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Hora de Mudar a Moda

Por Julie Maria


Estamos tão mal acostumados com a moda imodesta que a modéstia causa escândalo. Este é o resultado da mudança da moda especialmente a partir do século XX, que atingiu seu auge quando a roupa vulgar e indigna – usada por prostitutas, garotas de programa, mulheres descomprometidas com a moral cristã, bem como as aberrações usadas por tantos personagens que aparecem na mídia ou no tapete vermelho -, se impões como algo legal, fashion, chique, maravilhoso, digno de ser imitado.


Ver o sutiã, a calcinha, o contorno de todo o corpo de mulheres na rua já é coisa do dia a dia, mas ver alguém que se veste, isto é, que se cobre, está, realmente, cada vez mais raro.


A moda atual virou de cabeça para baixo os critérios estéticos de “feio-belo”, brega-elegante, e os critérios morais de “modesto-imodesto”. É hora de mudar a moda para sua finalidade precípua, isto, ser vestimenta, ser roupa para se cobrir de acordo com a dignidade pessoal que cada um de nós temos. Urge que nos empenhemos nesta mudança. Mudança para melhor. Precisamos ter a visão purificada para enxergar o belo como belo e o feio como feio.


Devemos nos acostumar novamente com o corpo velado. Por isso, criamos um novo espaço no site onde disponibilizamos o “antes e o depois” da maneira de se vestir, para servir de alerta, de purificação à nossa visão e como inspiração.


Bonito é velar. Feio e vulgar é mostrar.Princesa_Kate_1


Vela-se o corpo porque é belo. Porque merece ser protegido de olhares impuros. Porque é preciso que não escandalizemos o próximo. Porque é templo onde habita a Santíssima Trindade. Porque é o templo Daquele que criou a mim e a você, à Sua imagem e semelhança.


Revela-se, mostra-se, expõe o que não tem valor, que é ordinário (comum).


A roupa que vela o corpo revela a unicidade da pessoa.


Quando a roupa é modesta ela obriga o outro a olhar diretamente para a face da pessoa, e não ter sua atenção desviado para as partes do corpo expostas aqui e ali. Por isso, só a roupa que vela é digna da pessoa. Cada mulher pode chamar atenção para uma parte do seu corpo ou para o seu rosto. Ela decide isso quando escolhe o que vestir. É ela que irá sabiamente se decidir pela pureza ou nesciamente se decidir pela vulgaridade.


A saia que é curta “corta” a perna, seja na coxa, no joelho ou no meio da canela. Ela não é “inteira” e de algum modo, esteticamente falando, deixa algo incompleto. A pessoa íntegra sente falta da roupa que a cobre “inteira”. Assim acontece, também, com a blusa e o vestido sem manga, sem gola, colada ao corpo, transparente. Falta-lhe algo, falta um pouco mais de pano, de tecido para cobrir o braço, o colo, os seios. Quando vestimos algo que nos cobre por completo, que seja feminino e, de fato belo, estamos revelando quem somos, nossa nobreza, nossa dignidade. Estamos dizendo com a nossa veste que fomos comprados por um alto preço: o sangue de Nosso Senhor, por nós derramado no sacrifício do Calvário.


Não é fácil nos vestirmos com modéstia. Mudar o guarda-roupa por inteiro, de uma só vez, custa dinheiro. Tem dias insuportáveis de calor, etc. Mas se não temos nem o ideal, a vontade de mudar, então nunca chegaremos a mudar a moda. E esta mudança começa no nosso coração. Quando decidimos mudar, tudo concorrerá para este bem.  Pense nisso na hora de comprar a próxima peça para o seu guarda roupa. De peça em peça renovamos nosso modo de vestir.


É chegada a hora de a imodéstia ser considerada o que ela é: lixo e não luxo: mude a moda! Mude para a modéstia!


Que Nossa Senhora, Modelo de Mulher, rogue por nós!





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