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Igreja, modéstia e maçonaria

Fonte: A corrupção da moral através da moda imodesta


Em 1928, o Papa Pio XI, escreveu: “Há um esquecimento triste da modéstia cristã, especialmente na vida e no vestuário da mulher”. (Carta Encíclica Redemptor Miserentissimus.)


Católicos mundanos e sociedade secular responderam dizendo que a modéstia no vestir era regulada por “costumes e estilos de tempo, lugar e circunstâncias.” Eles incentivaram as mulheres a ignorar estas declarações da Igreja. Em vez disso, eles disseram, é a sociedade e a cultura que devem ditar o que é modesto e apropriado.


Mas em suas publicações, os maçons tinham revelado o seu motivo e plano. É doloroso repetir a citação seguinte:

 


“A religião não teme a ponta da adaga, mas pode desaparecer sob a corrupção. Não vamos nos cansar de corrupção: nós podemos usar um pretexto, como o esporte, a higiene, os recursos da saúde. É necessário corromper, que nossos meninos e meninas pratiquem o nudismo no vestuário. Para evitar muita reação, se teria que avançar de forma metódica: primeiro despir-se até ao cotovelo e, depois, até os joelhos, depois braços e pernas completamente descobertos, mais tarde, a parte superior do tórax, os ombros, etc. etc.” (International Review on Freemasonry, 1928).




Se você olhar para as tendências da moda desde 1928, você pode ver que os estilos têm seguido muito de perto esta estratégia. Naquela época, as roupas já estavam até os cotovelos e joelhos.


O ano de 1928 foi também o início da Cruzada do Papa Pio XI Pela Modéstia. Faz pensar que ele pode ter sabido sobre o plano da Maçonaria. A Cruzada Pela Modéstia começou com uma Carta aos Bispos da Itália (23 de agosto de 1928) e foi dirigida principalmente às escolas administradas pelas irmãs religiosas. Ele falou contra as modas indecentes “que prevalecem hoje em detrimento da boa educação…”


Então, em 12 de janeiro de 1930, a Sagrada Congregação do Concílio (agora chamada de Congregação para o Clero), por despacho do Papa Pio XI, emitiu uma Carta aos Bispos que exortou os bispos, padres, freiras, professores, pais, etc. a insistir na modéstia para os que estão sob seu comando. O documento conclui com estas palavras:


“Donzelas e mulheres vestidas indecentemente estão impedidas de comungar e de atuar como madrinhas nos sacramentos do Batismo e da Confirmação, ainda, se o delito for extremo, podem mesmo ser proibidas de entrar na igreja.”


Instruções detalhadas sobre a modéstia no vestuário das mulheres tinham sido emitidas em 24 de setembro de 1928, pelo Cardeal-Vigário (Vigário Geral), do Papa Pio XI, em Roma, o Cardeal Basilio Pompili:


“Recordamos que um vestido não pode ser chamado de decente se é cortado mais que a largura de dois dedos sob a cova da garganta, se não cobre os braços pelo menos até os cotovelos, e se mal chega até um pouco abaixo dos joelhos. Além disso, os vestidos de materiais transparentes são impróprios…”


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